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Na Mente do Novo Consumidor

Uma história para contar
Caneta no papel, estrutura na cabeça e começamos a ter uma história. Opa! Espera! Novo arquivo de Word, estrutura na cabeça, caracteres em sequência, palavras, fim, salvar como, ok. No fim, todos contamos histórias. Histórias nos movem. Histórias nunca morrem porque sempre terá algum público para consumir cada narrativa. Algum público significa dizer que o público muda, se transforma de acordo com suas vivências, escolhas pessoais, experiências únicas, gostos, crenças.
O público sempre se altera porque segue o mundo que está em constante mudança. Esperar que ele fosse o mesmo implicaria desejar que o mundo não mudasse e que as organizações se mantivessem iguais. Esperar por isso seria assinar o nosso próprio atestado de óbito, cavar uma sepultura tão funda que não haveria razões para fantasiar sobre diferentes realidades. E seria ignorar a nossa (amada) biologia que insiste na mudança, nas adaptações genéticas e nas reações aos hábitos humanos.
Se a adaptação é natural, talvez ela não devesse doer tanto. Mas dói. Não nos adaptamos a ela ou tentamos retardá-la porque nossas decisões são tomadas a partir de informações bastante complexas e temo que somente o nosso cérebro seja capaz de dar sentido a algumas linhas de raciocínio que nem sempre são lógicos. Nossas empresas, porém, devem seguir o caminho lógico, prático e eficaz. E não há caminho mais curto para isso do que compreender quem é esse novo consumidor, do que ele gosta, onde mora, quais são os seus hábitos, forças e fraquezas. O que o seu cliente precisa? Será que é isso mesmo?
Um diálogo franco com os clientes pode ser vital para melhorar sua performance no mercado ou para manter suas portas abertas. Diálogos ampliam as possibilidades de jogada e fornecem novas alternativas. Novas alternativas, por sua vez, alimentam novas histórias.